A VITAMINA D - O HORMÔNIO DA LONGEVIDADE E DA BOA SAÚDE


A vitamina D-Hormônio da Longevidade e da Boa Saúde



Observação importante: vitamina D não é “nutriente”, é HORMÔNIO.  A abordagem leiga como “nutriente” compromete o entendimento de sua enorme e insubstituível importância para preservar ou recuperar a saúde.
“Importante: o medo do câncer de pele não pode servir como desculpa para evitar os raios solares. “Os protetores não impedem que tenhamos uma quantidade adequada de vitamina D”, afirma o dermatologista Marcus Maia, da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, que demonstrou isso em um trabalho finalista do III Prêmio SAÚDE, promovido pela Editora Abril. Fica o recado: tem que tomar sol! Sua saúde vai agradecer.”
Veja como o sol, principal fonte de vitamina D, pode ajudá-lo a combater o câncer, o diabete e os problemas cardíacos
A gente não cansa de ouvir e ler que a receita para uma vida longa e cheia de saúde deve incluir uma alimentação equilibrada, a prática regular de atividade física, sono em dia e cuca fresca. Hoje, porém, muito cientista sério acrescentaria a essa lista banhos de sol diários. Nem muito extensos nem muito curtos: bastam 15 minutos para que os raios solares ativem no organismo a produção de uma substância capaz de fortalecer os ossos, deixar as defesas em ponto de bala, preservar a massa cinzenta e garantir que o coração bata forte por anos a fio.
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Trata-se da vitamina D, uma substância que, com tantas qualidades elencadas nos tempos muito recentes, tem despertado o interesse de pesquisadores de várias áreas – de nutricionistas a bioquímicos. Só para ter uma idéia, o PubMed, biblioteca virtual da medicina, que pertence ao governo americano e armazena artigos científicos de todo o globo, registrou no ano passado mais de mil estudos sobre funções recém-descobertas dessa molécula. E ela é muito mais importante do que se desconfiava.
Um desses trabalhos, que acaba de sair na revista científica Archives of Internal Medicine, revela que níveis adequados de vitamina D esticam mesmo a expectativa de vida. A pesquisa avaliou mais de 13 mil homens e mulheres. Quem estava com taxas insuficientes da substância apresentou um risco de morte das mais variadas causas 26% maior em relação aos indivíduos com altos índices da molécula. “A vitamina D está envolvida em vários processos no organismo, participando inclusive da homeostase, o equilíbrio interno de todas as funções do corpo”, justifica a nutricionista Lígia Martini, da Universidade de São Paulo.
Já uma pesquisa da Universidade da Califórnia em Riverside, nos Estados Unidos, analisou o papel do nutriente em diversos tecidos do corpo, literalmente da cabeça aos pés. Seu autor, o bioquímico Anthony Norman, quis mostrar que os benefícios da vitamina D, que no nosso imaginário ainda é mais associada ao fortalecimento dos ossos, vão muito além desse papel. Não à toa, o professor defende que a recomendação diária vá das atuais 400 UI (unidades internacionais) para 2 mil. “Os valores indicados hoje se baseiam apenas no aporte de cálcio, que a vitamina ajuda a fixar no esqueleto. Mas agora sabemos que a vitamina D atua no sistema imune, no coração, no cérebro e na secreção de insulina pelo pâncreas”, exemplifica Norman a SAÚDE!. Ou seja, para dar conta de tantas tarefas, a dose precisaria ser mesmo maior. Sua argumentação faz sentido. “Atualmente, essa vitamina é considerada um potente modulador das células de defesa”, diz a nutricionista Marianna Unger, doutoranda em nefrologia pela USP. Em outras palavras, estimula a atividade das células imunológicas quando elas precisam entrar em ação. Sem a pitada diária de sol, portanto, ficamos ligeiramente indefesos.
Boas doses de vitamina D são, ainda, sinônimo de peito forte. Isso porque ela controla as contrações do músculo cardíaco, vitais para o bombeamento de sangue. Sem contar que, em níveis desejáveis, mantém a pressão arterial em dia. A razão é simples: inibe lá nos rins a síntese de renina, uma enzima envolvida na secreção de um hormônio que faz a pressão disparar. Por falar em hormônio, a insulina, que bota o açúcar para dentro das células, é mais uma substância que depende da ação adequada da vitamina D. “Ela estimula o pâncreas a produzi-la”, diz Lígia Martini. De quebra, a vitamina torna a insulina mais sensível ao açúcar. Assim, taxas reduzidas podem estar relacionadas à síndrome metabólica, que engloba hipertensão, obesidade, colesterol ruim elevado e resistência insulínica.
No caso do câncer, desconfia-se que a vitamina D regule genes vinculados à proliferação celular na mama, no cólon e na próstata. Esse batalhão genético se encarrega de outra missão: induzir o suicídio de células malignas, a apoptose. “A vitamina também comanda genes que inibem a angiogênese, a formação de vasos que alimentam o tumor”, diz Marianna. Ou seja, age contra o câncer em várias frentes. “Em muitos casos, mulheres com câncer de mama apresentam uma dosagem deficiente de vitamina D”, revela a oncologista Maria Aparecida Koike Folgueira, da USP. E talvez não seja mera coincidência.
O mesmo déficit pode estar por trás de problemas como o Parkinson, que provoca tremores involuntários. Esse elo foi verificado por cientistas da Universidade Emory, nos Estados Unidos. Os portadores do mal tinham uma carência acentuada do nutriente. “A hipótese é que a vitamina D ofereça uma maior proteção aos neurônios ameaçados pelo Parkinson”, conta a neurologista Marly de Albuquerque, da Universidade Federal de São Paulo.
A falta do nutriente talvez se explique pelo fato de a população se expor cada vez menos ao sol, até mesmo no Brasil. Foi o que mostrou um trabalho da nutricionista Marianna Unger. O estudo avaliou 619 indivíduos considerados saudáveis. “Cerca de 80% deles tinham níveis insuficientes de vitamina D após o inverno”, diz a pesquisadora. “Depois do verão, a proporção de indivíduos com carência caiu para 39,6%, índice muito elevado para um país ensolarado como o nosso.”
Importante: o medo do câncer de pele não pode servir como desculpa para evitar os raios solares. “Os protetores não impedem que tenhamos uma quantidade adequada de vitamina D”, afirma o dermatologista Marcus Maia, da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, que demonstrou isso em um trabalho finalista do III Prêmio SAÚDE, promovido pela Editora Abril. Fica o recado: tem que tomar sol! Sua saúde vai agradecer.
No corpo todo
Quando foi descoberta, no início do século passado, a vitamina D só era vinculada à saúde dos ossos. Mas hoje os cientistas sabem que há receptores para essa molécula em 31 áreas do corpo humano (veja a lista completa abaixo). E, quando a natureza cria receptores para determinada molécula, é sinal de que ela é realmente importante para a célula
As 31 áreas em que ela atua
• Cartilagens
• Células produtoras de insulina
• Cérebro
• Coração 
• Desenvolvimento do embrião
• Estômago
• Fígado
• Folículo capilar
• Formação da placenta
• Funcionamento da musculatura
• Glândula supra-renal
• Hipófise
• Inibidores do câncer
• Intestino
• Mamas
• Medula óssea
• Ossos 
• Ovários
• Paratireóide
• Parótida
• Pele
• Próstata
• Pulmões
• Retina
• Rins
• Sistema imunológico
• Tecido adiposo
• Testículos
• Timo
• Tireóide
• Útero
Depois dos 50…
…A vitamina D se torna ainda mais fundamental. Isso porque a partir dessa idade os ossos tendem a se desmineralizar em um ritmo acelerado, aumentando o risco de osteoporose. Além disso, o corpo perde massa muscular, o que favorece a ocorrência de quedas e até de certa dificuldade de locomoção. “O problema é que nessa idade a pele tem uma menor capacidade de síntese da vitamina”, diz Rodolfo Herberto Schneider, geriatra da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Por isso, muitos especialistas preconizam doses mais elevadas da substância, prescrevendo, de acordo com o caso, até mesmo a suplementação.
Fonte:  http://saude.abril.com.br/edicoes/0305/medicina/conteudo_403054.shtml
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07/02/2013 — Celso Galli Coimbra

Fonte:https://biodireitomedicina.wordpress.com/tag/universidade/?


Descubra como incentivar a produção da vitamina D no organismo


vitamina D é aquela substância produzida pelo nosso corpo com a ajuda da luz solar. Os médicos têm relatado aumento dos casos de falta dessa vitamina no organismo e há uma causa pontual e muito específica para isso acontecer.


Você imagina qual é?

Se você pensou que o motivo dessa deficiência seria o medo que o câncer de pele incute nas pessoas, afastando-as do sol, está muito enganada. E a culpa também não recai sobre os protetores solares, chapéus e óculos escuros.
Segundo o dermatologista Amilton Macedo, o maior responsável por incentivar a produção davitamina D em nosso corpo é a alimentação. "A exposição ao sol não é o único fator de influência. Se fosse assim, marinheiros, cortadores de cana e lavadeiras teriam vitamina D de sobra - e eles não têm. O sol não é suficiente para proporcionar tudo o que o corpo necessita, já que a maior fonte da vitamina é o que se come", explica ele.
Por melhor que seja o seu protetor solar, ele não vai lhe proteger totalmente dos efeitos da radiação solar. De acordo com o dermatologista, num protetor solar de filtro 90, 52% dos raios solares ultrapassam a barreira do produto. Portanto, mesmo que se use as formas corretas de proteção, não há o risco de se desenvolver uma deficiência de vitamina D apenas pela falta de sol.
"Uma hora de sol por dia já sintetiza a quantidade máxima de vitamina D necessária para nós", afirma Amilton. O sol tomado no rosto, nas mãos e nas partes expostas da pele durante o dia a dia, enquanto se vai para o trabalho, dirigindo ou andando de ônibus, faz todo o serviço sem que a pessoa precise se torrar inteira na praia.
Sem falar que a quantidade de vitamina D produzida pela sintetização da luz solar é pequena em comparação ao que pode ser obtido através da alimentação. E levando em conta que, no Brasil, há cerca de quatro casos novos de câncer de pele para cada 100.000 habitantes, continua sendo contraindicado o abuso de exposição ao sol.
A dermatologista Carolina Marçon alerta: "As medidas fotoprotetoras, como uso de roupas e chapéus, óculos escuros e a não exposição ao sol em horários extremos (das 10h às 16h), continuam como recomendação mais adequada para a prevenção do câncer de pele e do fotoenvelhecimento".
A grande questão é que as pessoas estão evitando o consumo de alimentos que concentram maior quantidade de vitamina D. "Óleo de bacalhau e mais diversos outros óleos, carnes, ovos, nata do leite... Todos esses alimentos contém a vitamina D, mas por serem ricos em gordura, as pessoas acabam evitando todos eles. As dietas restritivas são as maiores responsáveis pela atual deficiência de vitamina D nas pessoas", conta ele.
Esses alimentos ricos em vitamina D permitem que a substância participe de diversos mecanismos do nosso corpo. Por exemplo, ao juntar-se ao colesterol, forma a maioria dos hormônios, além de ser cofator da produção das imunoglobulinas, de neurotransmissores do cérebro e colaborar para a absorção do cálcio pelos ossos.
Sendo assim, a falta de vitamina D no organismo pode causar desde doenças hormonais, como obesidade e diabetes, até queda do sistema imunológico, facilitando a atuação de doenças como gripes, herpes, candidíase e, até mesmo, o câncer. Além disso, a falta de cálcio implica em osteoporose e com os neurotransmissores enfraquecidos, o sistema nervoso central fica mais propenso a desenvolver doenças neurológicas e o processo de retardo dessas doenças fica prejudicado.
Se você realmente não aceita integrar alimentos oleosos à sua dieta, uma boa alternativa são os ovos cozidos, principalmente a gema, que não têm muita gordura. Peixes, de uma forma geral, também concentram ótima quantidade de vitamina D, assim como as carnes vermelhas. Basta prepará-los de um modo mais saudável.
É importante ressaltar que esta não é uma simples falta que pode ser administrada. Em níveis críticos, as doenças citadas podem chegar a casos gravíssimos e o fator vitamina D pode ser crucial entre a vida e morte do paciente. Por isso, procure um médico e avalie o nível dessa substância em seu organismo. Se algo diferente for detectado, inicie imediatamente um processo de suplementação vitamínica.




Alimentos Ricos em Vitamina D

Deficiência de Vitamina D:

Resultados insuficiência de vitamina D no raquitismo (crescimento ósseo defeituoso) em crianças e osteomalácia (ossos moles) e osteoporose (ossos porosos) em adultos. Estas doenças esqueléticas são o resultado da mineralização óssea inadequada ou desmineralização do esqueleto. Dietas deficientes de vitamina D são freqüentemente encontrados em pessoas que têm alergias ao leite, intolerância à lactose ou em aqueles que seguem uma dieta vegana (desprovida de produtos de origem animal, incluindo leite e ovos).
Alguns grupos podem necessitar de suplementos de vitamina D, particularmente se eles não estão recebendo a exposição à luz solar. Estes incluem:
Os bebês exclusivamente amamentados: O leite humano contém muito pouca vitamina D. Muitas crianças especialmente aqueles que vivem em latitudes muito alta que não podem ser exposto à luz solar suficiente.
Idosos: Os idosos são mais propensas a deficiência de vitamina D, especialmente aqueles que vivem em cidades industrializadas do norte do mundo. Isto é devido à ausência de luz solar combinada com uma diminuição da capacidade de sintetizar a vitamina D na pele.
Pele escura e protetor solar: Pessoas com pele escura ou aqueles que usam protetor solar tópico estão em maior risco de deficiência devido a uma redução na capacidade do corpo para produzir vitamina D na pele.vitamin-d

Excesso de Vitamina D:

Porque as vitaminas lipossolúveis como a vitamina D são armazenadas no corpo, muito pode ser tóxico e causar hipervitaminose D. Sinais de hipervitaminose D incluem pedras nos rins, perda de massa óssea, fraqueza, ossos fracos, anorexia, náuseas, vômitos e função renal reduzida. Mas no caso de você estar se perguntando: não há evidência de que a vitamina Dgerada pelo corpo através de exposição ao sol pode contribuir para a toxicidade da vitamina D, porque o seu corpo pode regular a sua produção.
Fonte:http://www.saudedica.com.br/vitamina-d/

Conheça 7 alimentos ricos em vitamina D


Embora muita gente já saiba que o corpo produz vitamina D quando exposto ao sol, existem outras maneiras de obter o nutriente. Alguns alimentos oferecem a vitamina D em abundância e o jornal Huffington Post reuniu algumas dicas para incorporá-los à sua dieta. A publicação indica que a maior parte da vitamina D que consumimos vem de alimentos fortificados, como o suco de laranja, o leite e os cereais. Essa vitamina aumenta a absorção do cálcio, além de melhorar a saúde da pele e agir no combate à depressão.
Algumas pessoas optam por ingerir este nutriente em cápsulas, para alcançar a recomendação diária, que é de 600 International Units (IUs) para adultos. No entanto, existem muitas fontes naturais e, incluindo um pouco a cada dia, você pode trazer muitos benefícios para o corpo. Confira alguns exemplos:
 Foto: Getty Images
Salmão
Existe um número grande de alimentos marinhos com altas doses de vitamina D. O salmão está no topo da lista. Aproximadamente 100g do alimento enlatado oferecem 650 IUs, mais do que você precisa para um dia.
Atum enlatado: cerca de 100g de atum enlatado e conservado em água fornece 154 IUs, quase um terço do que pede a recomendação diária. O atum conservado em óleo contém ainda mais vitamina D, no entanto, é mais gorduroso null
Atum enlatado
Cerca de 100g de atum enlatado e conservado em água fornece 154 IUs, quase um terço do que pede a recomendação diária. O atum conservado em óleo contém ainda mais vitamina D, no entanto, é mais gorduroso.
Atum enlatado: cerca de 100g de atum enlatado e conservado em água fornece 154 IUs, quase um terço do que pede a recomendação diária. O atum conservado em óleo contém ainda mais vitamina D, no entanto, é mais gorduroso null
Sardinha
Outro alimento enlatado que pode ser uma opção para uma dieta mais rica em vitamina D é a sardinha. Duas latas destes pequenos peixes oferecem 46 IUs, que representam cerca de 13% do valor recomendado diariamente.
Atum enlatado: cerca de 100g de atum enlatado e conservado em água fornece 154 IUs, quase um terço do que pede a recomendação diária. O atum conservado em óleo contém ainda mais vitamina D, no entanto, é mais gorduroso null
Gema de ovo
Uma gema grande de ovo contém 37 IUs de vitamina D. Além disso, ovos são boas fontes de proteína e, apesar de serem associados ao colesterol, não estão ligados ao aumento de risco de problemas cardíacos.
Atum enlatado: cerca de 100g de atum enlatado e conservado em água fornece 154 IUs, quase um terço do que pede a recomendação diária. O atum conservado em óleo contém ainda mais vitamina D, no entanto, é mais gorduroso null
Queijos
Uma fatia de queijo suíço contém cerca de 6 IUs, é menos processada e contém menos sódio do que o queijo americano. Um copo de ricota oferece 25 IUs, mas deve ser consumida com moderação, pois também possui gordura.
Atum enlatado: cerca de 100g de atum enlatado e conservado em água fornece 154 IUs, quase um terço do que pede a recomendação diária. O atum conservado em óleo contém ainda mais vitamina D, no entanto, é mais gorduroso null
Bife de fígado
Cerca de 100g de bife de fígado pode prover 42 IUs de vitamina D, além de ser uma ótima fonte de ferro.
Atum enlatado: cerca de 100g de atum enlatado e conservado em água fornece 154 IUs, quase um terço do que pede a recomendação diária. O atum conservado em óleo contém ainda mais vitamina D, no entanto, é mais gorduroso null
Cogumelos
Alguns tipos de funghi, quando mais expostos à luz solar, podem conter níveis benéficos de vitamina D. Dê preferência às marcas que priorizam este tipo de cultivo.
Fonte:http://saude.terra.com.br/nutricao/conheca-7-alimentos-ricos-em-vitamina-d

Vitamina D - Sem Censura - Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha




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