PROTETOR SOLAR TEM DE SER NO MÍNIMO 30 (FPS) E IMPORTÃNCIA DO AUTO-EXAME DA PELE NA PREVENÇÃO DO CÂNCER DE PELE

Protetor solar tem que ser no mínimo 30

Sociedade Brasileira de Dermatologia é unânime sobre fotoproteção e promove amanhã, em todo o país, campanha de prevenção contra o câncer da pele .

 O verão está próximo e nesta época do ano muita gente aproveita as altas temperaturas e o sol para ir à praia ou à piscina e pegar aquele bronzeado. Para esses momentos a aplicação do protetor solar é indispensável e a partir de hoje a recomendação da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) é que seja usado um produto com fator de proteção solar (FPS) de no mínimo 30. O número pode aumentar dependendo da cor da pele, histórico ou não de câncer, tempo de exposição ao sol, entre outras variáveis. A indicação é uma entre várias outras presentes no Consenso Brasileiro de Fotoproteção, documento lançado ontem pela SBD que tem o objetivo de padronizar as recomendações de proteção à exposição solar para médicos, mídia e sociedade em geral. Segundo o coordenador do Departamento de Fotobiologia do órgão e do estudo, Sérgio Schalka, a pesquisa é a primeira realizada no país voltada para a realidade brasileira. “Normalmente quando fazíamos recomendações sobre fotoproteção utilizávamos material do exterior e a realidade de moradores de outros países é diferente da nossa”, diz.
 
Feita em conjunto com 24 dermatologistas, a pesquisa compilou recomendações, questionamentos e sugestões para futuros estudos, abordando diferentes formas de fotoproteção. Uma parte é direcionada para dermatologistas e a outra para o público leigo. Uma terceira será lançada no ano que vem em uma revista científica. De acordo com Schalka, os documentos ainda mostram que em determinadas épocas do ano a proteção solar varia em diferentes regiões do país devido à intensidade da radiação solar. “No Nordeste, por exemplo, a radiação é mais intensa a partir das 9h, então os cuidados devem começar antes do que normalmente se fala, que é às 10h”, afirma. Outra sugestão de destaque é não se expor obrigatoriamente ao sol para absorver vitamina D. “O sol que tomamos no dia a dia já é essencial para suprir essa vitamina no organismo”, explica.

Seguindo as recomendações adequadas de fotoproteção, é possível diminuir os riscos de ter o câncer da pele. Uma pinta na pele que muda de cor e tamanho merece toda a atenção quando o assunto é esse. A doença surge de maneira silenciosa, normalmente sem dores, mas por meio dessas manchas é possível identificar o problema. O cirurgião oncológico do Hospital Mater Dei e da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), Alberto Wainstein, ressalta a importância de o paciente ficar atento a qualquer mancha que esteja mudando ao decorrer do tempo. “O mais importante é o diagnóstico precoce. O paciente tem que se examinar e, se tiver uma pinta que está mudando de cor, de aspecto, crescendo, ele deve ir ao médico. Muitos pacientes não fazem esse autoexame por falta de informação”, diz.
 



Fonte:http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/11/29/noticia_saudeplena,146601/protetor-solar-tem-que-ser-no-minimo-30.shtml

Tomar um pouco de sol sem protetor nos horários certos pode fazer bem

Com a chegada do verão, muito se ouve falar sobre como a exposição excessiva aos raios solares pode trazer malefícios à saúde como o envelhecimento precoce e até o câncer de pele. Mas o sol também pode ser benéfico. Em entrevista a Jairo Bouer no @saúde, a dermatologista Ursula Metelmann explica que ele tem um efeito antidepressivo e, além de tudo, é responsável pela produção de vitamina D, essencial para formação dos ossos e prevenção de doenças.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a maior parte da população tem um déficit de vitamina D. O problema já foi associado a e doenças como diabetes e alguns tipos de câncer.
A partir desta constatação, a nova orientação dos dermatologistas é tomar sol nos braços e nas pernas sem protetor solar antes das 10h ou depois das 16h por cerca de 15 minutos. "Isso ainda não é consenso, mas se a pessoa fizer isso de três a cinco vezes por semana, ela estará produzindo vitamina D".

Médicos lançam documento com orientações sobre proteção solar

 
A Sociedade Brasileira de Dermatologia lançou ontem o Consenso Brasileiro de Fotoproteção, primeiro documento com recomendações sobre proteção solar no país.
Entre as orientações está a indicação do uso de filtro solar com o fator mínimo de proteção 30 e a formalização de que se deve evitar a exposição ao sol das 10h às 15h --com exceção da região Nordeste, onde a radiação solar já é alta a partir das 9h.
As diferenças climáticas e populacionais motivaram os médicos a criar um consenso nacional sobre o tema.
"Não dá para importar recomendações de países tão diferentes, como os Estados Unidos", disse Sérgio Schalka, coordenador do consenso, que teve a participação de 24 especialistas.
Já é comprovado que a fotoproteção previne o câncer de pele. O do tipo não melanoma é o câncer mais comum no Brasil --só no ano que vem haverá 182 mil novos casos.
"Podemos interferir na incidência e mortalidade com a fotoproteção correta, que não se resume em uso do filtro solar na quantidade certa. É preciso aliar outras formas de proteção, como uso de bonés e óculos de sol", diz Marcus Maia, do Programa Nacional de Controle do Câncer de Pele da sociedade.
 
Sol
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/11/1378248-medicos-lancam-documento-com-orientacoes-sobre-protecao-solar.shtml


Peles oleosas exigem protetores solares específicos; veja como escolher o ideal


Protetores com fórmulas "oil free", em gel ou gel-creme são os mais indicados para quem tem pele oleosa; ativos como sílicas poliméricas também são aliados no controle de brilho e oleosidade
Protetores com fórmulas "oil free", em gel ou gel-creme são os mais indicados para quem tem pele oleosa; ativos como sílicas poliméricas também são aliados no controle de brilho e oleosidade.

 Que o protetor solar é obrigatório, principalmente em um país tropical com temperaturas que costumam chegar a 30, 35 graus, não há o que discutir. As dúvidas começam na hora de escolher o melhor produto para cada tipo de pele – e são as oleosas que estão na mira das empresas de cosméticos que atuam no país. O que não chega a surpreender. "Há uma grande incidência de oleosidade na pele das brasileiras por conta do clima úmido e das temperaturas elevadas", diz Nilo Cobeiros, cientista da RoC.

De acordo com pesquisa realizada com 1500 mulheres para a Johnson & Johnson, nada menos do que 56% das brasileiras têm pele de mista à oleosa, sofrendo com aquela desagradável aparência brilhante e poros dilatados. A boa notícia é que as brasileiras estão cada vez mais exigentes, procurando produtos que as beneficiem. Para quem tem dúvida sobre qual seu tipo de pele, vale consultar um dermatologista, já que "achismos" ou testes amadores não são confiáveis. "Sem dúvida, tal diagnóstico é clínico. Contudo, existe um exame instrumental rápido e não-invasivo, a sebumetria, no qual se coloca um sensor na superfície da pele que capta a quantidade de sebum (ou sebo) presente", diz o dermatologista Adilson Costa.


Diagnóstico fechado, é hora de procurar produtos específicos que não intensifiquem o problema, de maquiagem a cremes, em especial os protetores solares. "Pessoas que apresentam pele oleosa têm desconfortos que podem ser agravados com produtos que aumentam a oleosidade natural, o que é muito comum em protetores solares, uma vez que os próprios filtros são oleosos", explica Cobeiros. Portanto, como as peles oleosas têm necessidades específicas, as fórmulas precisam ser leves e possuir controle de oleosidade. Mais: "As pessoas devem usar produtos que sejam oil-free, gel ou gel-creme, com FPS 30, no mínimo", acrescenta Adilson Costa.

Na prática, as palavras-chave na hora de comprar um protetor solar que não deixe a pele com aparência ainda mais oleosa são: toque seco, efeito mate (isto é, sem brilho), "oil free", gel, gel-creme, controle de oleosidade, fluidez. Os produtos em spray que não contenham óleo também estão aprovados, já que por serem menos viscosos são mais facilmente absorvidos pela pele.

Os rótulos merecem atenção especial. Cientistas das principais empresas de cosméticos e produtos de higiene e beleza trabalham arduamente na descoberta de fórmulas que beneficiem os consumidores. Desde compostos que permitem absorver melhor a oleosidade até complexos antioxidantes que combatem os radicais livres e ajudam a prevenir o envelhecimento precoce.

As sílicas poliméricas, por exemplo, já aparecem nas embalagens. "A tecnologia de combinação de sílicas é bastante interessante, pois elas são seletivas, isto é, atuam somente onde a pele estiver mais oleosa, promovendo um efeito matificante sem ressecá-la ou desidratá-la", diz Maurício Pupo, farmacêutico, cosmetólogo e presidente da Sociedade Brasileira de Cosmetologia.

Portanto, olho vivo nos rótulos e embalagens, levando-se sempre em conta o custo-benefício. Afinal, quanto mais vantagens o consumidor tiver, melhor para a pele e o bolso.


Fonte:http://mulher.uol.com.br/beleza/noticias/redacao/2012/10/09/peles-oleosas-exigem-protetores-solares-especificos-veja-como-escolher-o-ideal.htm

Anvisa muda norma para protetores solares de pele e lábios

O governo definiu novas regras para os protetores solares, que passam a seguir os padrões do Mercosul. Em até dois anos, esses produtos terão de subir o FPS (fator de proteção solar) mínimo de dois para seis.

Também foi definida uma metodologia para medir a proteção contra os raios UVA, o que não estava estabelecido em 2002, ano da última norma da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) sobre protetores.

Enquanto os raios UVB provocam queimaduras e se intensificam no verão, os raios UVA causam envelhecimento e bronzeamento e são constantes ao longo do ano.

Agora, filtros solares deverão comprovar uma proteção UVA de um terço do FPS. Ou seja, se o FPS for de 30, a proteção UVA deverá ser de dez.

"A norma anterior, de 2002, dizia que a empresa tinha de comprovar a proteção UVA, mas não entrava na quantificação", explica Marcelo Sidi Garcia, gerente-geral de cosméticos substituto da Vigilância Sanitária.

Essas são algumas das mudanças divulgadas ontem pela Anvisa. O teor da resolução, publicada no "Diário Oficial", foi antecipado pela coluna Mônica Bergamo.

RÓTULO

A embalagem dos produtos também seguirá novas regras. Para evitar a ideia de que o filtro protege totalmente contra a luz solar, expressões como "100% de proteção contra a radiação UV" ou que sugiram efeito bloqueador foram banidas.

Por outro lado, novas frases que orientem para a reaplicação do produto de tempos em tempos deverão ser impressas nas embalagens.

"Reaplicar sempre, após sudorese intensa, nadar ou se banhar e se secar com a toalha", diz uma das frases.

Segundo Garcia, a norma traz novas metodologias para comprovar a resistência do filtro à água.

Se houver um período de tempo determinado pelo fabricante para a reaplicação do protetor ou um tempo de espera antes da exposição ao sol, essas informações deverão constar da embalagem.

"Não basta ter bons produtos, a pessoa deve ser orientada sobre como usá-los", diz Sérgio Schalka, especialista em fotoproteção pela Sociedade Brasileira de Dermatologia que acompanhou a discussão sobre a nova regra.

Schalka afirma que o FPS mínimo de seis é baixo, mas é preciso considerar a gama de produtos para o sol, que incluem os bronzeadores.

"Tínhamos uma norma de 2002, mudou muita coisa. Agora temos uma legislação que está na vanguarda", diz.

OUTROS COSMÉTICOS

Produtos usados na pele ou nos lábios e que vendam a proteção contra a radiação solar como um benefício -os chamados "multifuncionais"- têm parâmetros um pouco diferentes.

O FPS mínimo deverá ser dois, mesmo valor da proteção mínima contra raios UVA.

Segundo a norma, esse tipo de produto deve advertir os consumidores de que não se trata de um protetor solar.

A Anvisa estabeleceu um prazo de dois anos para que os fabricantes dos protetores se adaptem às mudanças.
 
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1100058-anvisa-muda-norma-para-protetores-solares-de-pele-e-labios.shtml

Especialistas respondem 10 dúvidas comuns sobre proteção solar

Segundo os dermatologistas, a quantidade ideal de protetor que deve ser aplicada no corpo é equivalente a uma xícara de café; menos que isso, a eficácia do FPS pode cair pela metade
Segundo os dermatologistas, a quantidade ideal de protetor que deve ser aplicada no corpo é equivalente a uma xícara de café; menos que isso, a eficácia do FPS pode cair pela metade
Foi dada a largada para o sol a pino e as altíssimas temperaturas. Com eles, a necessidade eminente de se proteger do sol corretamente. Para ajudá-la nessa tarefa diária, essencial, UOL Beleza conversou com médicos especializados em proteção solar para esclarecer dez questões que envolvem o assunto. A seguir, eles entregam informações importantes para você tirar proveito da temporada de calor sem correr riscos.

1 - Qual o FPS ideal para o dia a dia?
Uma pessoa com pele saudável que não tenha nenhuma dermatose como melasma, por exemplo, manchas de pele ou que não tenha feito tratamento estético que sensibiliza a cútis, pode utilizar um FPS 20 (para morenas jambo, mulatas e negras) ou 30 (para as peles mais claras). Considerando que a pessoa fique a maior parte do tempo em casa ou no escritório. A aplicação deve ser feita pela manhã e a reaplicação na hora do almoço, de preferência antes de sair para almoçar. Apesar de o Brasil ser um dos países mais ensolarados do planeta, a adesão ao protetor solar por aqui ainda é baixa – uma pesquisa realizada em 2012, pela Johnson & Johnson, identificou que apenas 31% das brasileiras usa protetor solar regularmente.

2 -  Como escolher o FPS ideal, em um dia de praia, de acordo com o tom da pele?
Pele clara e muito clara: FPS mínimo deve ser 50. E não se deve reduzir o fator de proteção ao longo dos dias de exposição ao sol porque a pele muito clara nunca bronzeia, fica sempre vermelha.
Morena clara: "Nos primeiros dias deve-se utilizar o filtro com fator elevado, de FPS 45 a FPS 60. À medida que a pele vai acostumando pode-se diminuir o fator de proteção, mas nunca usar um FPS menor que 30", explica o dermatologista Marcelo Bellini, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Morena jambo: Apesar de ser uma pele mais resistente, por precaução contra o envelhecimento e para preservar a saúde, recomenda-se que o FPS usado seja o 30.
Mulatas e negras: Podem manter o filtro entre o FPS 30 e 15 em todos os dias de exposição. A pele negra não sofre queimadura, mas necessita de proteção contra o envelhecimento precoce e o risco de câncer.


3 - FPS acima de 30 ou 50 funciona? A partir de que fator não faz diferença?
Segundo o Food and Drug Administration (FDA) – órgão norte-americano que fiscaliza medicamentos e alimentos – um FPS 30, aplicado corretamente, oferece quase 96% de proteção. "Acima disso, o ganho de proteção é mínimo", diz a dermatologista Un Sun Park, da SBD. Por outro lado, no Brasil existe a cultura de se usar pouco produto e nesse caso um FPS mais alto é mais seguro, como explica Bellini: "Usar uma quantidade menor com um FPS mais alto chega-se mais próximo à proteção solar ideal. Pessoas que têm manchas e tendência a câncer de pele precisam de proteção solar extra e devem usar sempre um FPS mais alto".

4 - Qual a quantidade de protetor solar ideal?
Há uma convenção de que no rosto deve-se aplicar uma colher de café cheia e no corpo uma xícara de café ou seis colheres de chá de protetor solar, considerando uma pessoa com cerca de 1,70m de altura. Na prática, o ideal é cobrir completamente a superfície da pele, mas não é o que acontece – de maneira geral, as pessoas tendem a aplicar bem menos que o recomendado. "Isso faz a proteção cair pela metade, em média. Um FPS 30, aplicado em quantidade insuficiente se torna um FPS 15", diz Bellini, que destaca: "As pessoas que têm propensão a manchas, tumores ou câncer de pele necessitam de proteção extra, isto é, um FPS o mais alto possível".

5 - Qual o intervalo correto para a reaplicação?
Muitas marcas já oferecem proteção imediata, mas, caso essa informação não venha comunicada na embalagem, é importante fazer a primeira aplicação 30 minutos antes da exposição ao sol. A reaplicação, em um dia de lazer sob o sol, deve ser feita a cada duas horas, mas o fato de mergulhar ou ficar algum tempo na água, praticar atividade física ou transpirar demais torna necessária a reaplicação na sequência, mesmo que o produto seja resistente à água. Essa indicação é para rosto e corpo.

6 - Qual a importância da proteção UVA?
A radiação UVA, apesar de não causar queimadura imediata e vermelhidão, como a UVB, penetra mais profundamente na pele causando envelhecimento precoce e, em longo prazo, câncer da pele. E ao contrário da UVB (que é mais intensa entre 10h e 16h), a radiação UVA é constante durante todo o dia e tem o poder de atravessar vidros (de automóveis, janelas...). Estudos científicos mostram que a radiação UVA é tão nociva quanto a UVB – não à toa,
em junho de 2012, quando a Anvisa adotou novas regras para os produtos de proteção solar, uma das mudanças foi referente à proteção UVA, que deve vir comunicada no rótulo e ser no mínimo um terço do FPS.
7 - As versões em gel, spray e sérum protegem como os cremes?
Sim, os protetores são submetidos a testes para comprovar sua propriedade de filtrar a radiação ultravioleta e nesse processo o que é analisado são os princípios ativos e não o tipo de veículo. Porém, a dermatologista Un Sun Park, da SBD, destaca: "O veículo creme, no entanto, geralmente oferece uma melhor capacidade de resistir à água, suor e fricção".

8 - Filtro solar manipulado é igual aos industrializados?
Pode ser sim, desde que se tenha a prescrição de um médico criterioso e a fórmula seja feita em uma farmácia confiável. Mas há ressalvas. "O problema é que nos manipulados são acrescentadas muitas outras substâncias como ativos regeneradores, matificantes, hidratantes, antioxidantes que podem comprometer a estabilidade e a eficácia da fórmula", declara a dermatologista Flávia Ravelli, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica. E existem mais detalhes entre essas duas versões. "A Anvisa exige da indústria a comprovação do FPS e da proteção UVA, o que não é exigido para os formulados, por isso não há como saber ao certo qual o FPS e a proteção UVA que um produto manipulado oferece. Portanto, o ideal é usar um protetor solar industrializado", afirma Un Sun.

9 - Qual o protetor mais indicado para as peles oleosas?
São as versões em gel, gel-creme, sérum e mousse, que são leves e fluidas. "Os ativos fotoprotetores são oleosos e podem aumentar a oleosidade natural da pele, causando desconforto e até acne. Portanto, as palavras-chave na hora de comprar um protetor solar, para esse tipo de pele, são: toque seco, efeito mate, oil free, gel e controle de oleosidade", diz a dermatologista Un Sun Park, da SBD.

10 - Além do protetor, quais são as formas efetivas de se proteger do sol?
Existem muitas e não custam nada. "Proteção solar é um conjunto de atitudes, e muito simples, como usar chapéu, camiseta, respeitar o horário mais indicado para tomar sol, ficar na sombra e usar óculos", resume o dermatologista Marcus Maia, coordenador do Programa de Combate ao Câncer da Pele da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). O médico dá algumas dicas: chapéu com abas de 7,5 cm a 12 cm protege também o colo, a camiseta ideal deve ser 100% poliéster ou poliamida, porque as de algodão deixam passar o sol; os óculos devem ter proteção UV de 400+ (é uma convenção de segurança). Dr. Marcus lembra que a maioria das óticas tem medidor para identificar se a lente tem proteção e muitos fabricantes comunicam isso na armação das lentes.


Fonte:http://mulher.uol.com.br/beleza/noticias/redacao/2013/11/18/especialistas-respondem-10-duvidas-comuns-sobre-protecao-solar.htm

Proteção solar tem novas regras; saiba o que muda e fique atento na hora da compra


Se você já começou a se preparar para a temporada de praia e piscina, deve ter notado algumas mudanças - ainda que sutis - entre os protetores solares. É que uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), de junho de 2012, fez com que os fabricantes se mobilizassem para deixar a comunicação visual mais clara aos consumidores, além de se adaptarem a novas normas de produção. Embora as regras passem a ser obrigatórias, somente em 2014, saiba o que muda e fique atenta na hora da compra:

O fator de proteção mínimo vai de 2 para 6

 De fato, o FPS 6 é melhor do que o FPS 2, mas os médicos ainda defendem a teoria de que é necessário que "o mínimo" seja bem mais alto. "É importante lembrar que, para ser eficaz, o FPS mínimo deve ser 30", ressalta o dermatologista Sérgio Schalka, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Schalka ressalta que, na praia e na piscina, a matemática é outra e quanto mais alto o FPS, melhor, por diversos motivos. Apesar de o cálculo do FPS corresponder ao tempo de exposição ao sol (ou seja, um FPS 40 permite que a pessoa fique 40 vezes mais tempo sob o sol sem se queimar do que se não estivesse protegida), se considerarmos os filtros acima de 30, concluímos que não há tanta diferença, por exemplo, do FPS 30 para o FPS 60. "O FPS 30 vai absorver 95% da radiação, enquanto o 60, absorverá cerca de 97%. Mas os FPS mais altos são mais eficazes porque as pessoas não têm consciência de como passar uma quantidade adequada", justifica a dermatologista Karin Helmer, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.



Proteção contra os raios UVA terá que ser no mínimo 1/3 do FPS (proteção contra os raios UVB) A partir de agora, deve existir uma proporção entre o FPS (proteção contra os raios UVB) e o FP UVA, proteção contra os raios UVA – e isso precisa ser comprovado pelo fabricante. Para entender essa relação existe a regra do A, de "aging", envelhecimento, em inglês, e do B, de "burn", queimadura em inglês: ora, os raios UVA causam o envelhecimento por atingirem as camadas mais profundas da pele, onde fica o colágeno e a elastina, fibras responsáveis pela sustentação da cútis. Já os raios UVB causam queimaduras e vermelhidão, pois atingem a camada superficial da pele, região onde o câncer tem origem.Proibido denominar qualquer produto como bloqueador solar ou 100% de proteção Não caia nessa. Na prática, essa "proteção total" é impossível, ainda mais se considerarmos que a o brasileiro não tem o hábito de reaplicar o produto a cada duas horas e nem de usar a quantidade ideal, que deve ser sempre abundante.Necessidade de reaplicação: deve vir no rótulo Sim, o fabricante deverá comunicar isso na embalagem, mesmo no caso dos mais resistentes à água. É imprescindível a conscientizar as pessoas da importância de reaplicar o protetor solar ao longo do dia.  A maioria da população aplica quando chega à praia ou piscina e não volta a passar. A recomendação dos médicos é que o produto seja usado a cada duas horas. No entanto, ao sair da água, após um longo período de permanência; quando se transpira além do normal e após a prática de atividade física é necessário aplicar o produto, independentemente do horário em que se aplicou pela última vez, sem ressalvas. Será obrigatório comunicar o nível de resistência do produto Com a nova lei, comunicar essa informação se torna obrigatório. Para poder inscrever no rótulo que o produto é "Resistente à água", "Muito Resistente à água", "Resistente à Água/suor" ou "Resistente à Água/transpiração", essas propriedades deverão ser comprovadas. Ciente do grau desse benefício, o consumidor deduz qual o nível de eficácia do protetor solar quando em contato com a água e nas situações em que ocorre uma transpiração excessiva, como sob o calor muito forte e após atividade física. Assim, pode se proteger melhor.

Fontes: Sérgio Schalka e Karin Helmer, dermatologistas da Sociedade Brasileira de Dermatologia e Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
http://mulher.uol.com.br/beleza/noticias/redacao/2012/12/11/protecao-solar-tem-novas-regras-saiba-o-que-muda-e-fique-atenta-na-hora-da-compra.htm

 

Como evitar o câncer de pele




 

O câncer de pele é uma doença muito comum, apesar das campanhas de alerta para a prevenção. As radiações ultravioletas do sol alteram o código genético das células e os mecanismos de defesa que protegem a pele contra lesões malignas. Para evitar os diversos tipos de câncer de pele:
  • Evite a exposição solar nos momentos mais quentes do dia;
  • Use chapéu tanto na praia quanto ao praticar atividade física ao ar livre;
  • Utilize diariamente protetor solar no rosto, mãos, orelhas e pescoço;
  • Não recorra a solários para ficar com a pele morena;
  • Use sempre óculos de sol que bloqueie os raios de sol agressivos aos olhos (UVA e UVB).
É importante considerar que quanto mais claro for o tom da pele, maior deverá ser o fator de proteção solar, porque são maiores as probabilidades de se desenvolver estes tipo de câncer de pele em pessoas com a pele clara.

 

Retirada dos Sinais de Pele – pelo Drº Fabio Alex


 

A cirurgia para retirada de sinais de pele depende de uma série de fatores como: estar localizado em uma zona inestética ( aquela que não é estética) da pele, como face e o paciente se sente incomodado com ele; ter características ou indicativo de malignidade ou quando o dermatologista tem dúvidas e quer fazer o diagnóstico correto da lesão.
sinais de pele

Este artigo destina-se a educação da população no sentido de ao fazer o auto-exame saber identificar lesões de pele, que contenha algumas características de cânceres de pele, visto que são patologias muito comuns em nosso meio.
Normalmente são chamadas de pintas, as lesões denominadas pelos dermatologistas de nevos melanocíticos. Pintas ou nevos são lesões planas ou elevadas, cuja coloração pode variar da cor da pele ao negro. Podem ser congênitos (quando presentes ao nascimento) ou adquiridos (quando surgem após o nascimento). Alguns ainda podem apresentar pêlos.
Os nevos podem ser pequenos, puntiformes ou até gigantes, aqueles que atingem grandes áreas do corpo.
nevos melanocíticos
A grande maioria dos nevos é benigno, porém alguns deles podem se transformar em CÂNCER de pele ( tema de artigos futuros). Portanto é importante sempre examinar as pintas. O conceito de que pintas de nascença são benignas nem sempre é verdadeiro, principalmente nos nevos gigantes.
Pintas e sinais escuros são muito frequentes nos seres humanos e, quanto mais clara a pele e mais sol a pessoa se expôs em sua infância e adolescência, mais pintas o indivíduo deverá ter.
Em geral, toda pinta apresenta a possibilidade de transformação em câncer da pele. Felizmente, tal transformação ocorre apenas numa minoria dos casos. O que não significa que não devemos estar atentos para esta possibilidade. Na realidade, uma vez que estas lesões estão visíveis e em local de fácil acesso (a pele), isto permite a sua retirada, quando necessária, evitando problemas maiores para a saúde.
É exatamente por estes motivos que algumas “pintas” ou sinais devem ser retirados, mas não todos. Devem ser removidas apenas as lesões que justifiquem a remoção, evitando cirurgias desnecessárias e as cicatrizes resultantes. Sempre costumo dizer para meus pacientes que para aquelas lesões que não necessitam ser removidas, iremos trocar um sinal por uma cicatriz, por mínima que seja.
De uma maneira prática, devem ser retiradas:
1. As que têm características de malignidade:
  • Todas as “pintas” que sofram modificações (crescimento ou mudança de cor) num curto período de tempo (semanas ou meses);
  • Aquelas que coçam, ardem ou doem;
  • Sinais escuros nas plantas dos pés, palmas das mãos, couro cabeludo, dentro da boca ou nas mucosas dos genitais;
  • “pintas” que sangram.
  • Coloração: se numa mesma pinta começam a surgir várias cores como preto, azul, cinza, esverdeado, vários tons de marrom;
  • Tamanho: se a pinta vem crescendo ou diminuindo;
  • Bordas: observar se as bordas estão ficando irregulares;
  • Assimetria: se antes a pinta era redondinha e agora está ficando assimétrica.
2. Aquelas que ficam em zonas inestéticas e trazem constrangimento ao paciente: indicação puramente estética.
3. Aquelas em que o dermatologista tem duvidas e necessita de uma biopsia para confirmar o diagnostico
Dermatoscopia Digital
Sinais de nascença são tão ou mais perigosos que aqueles que surgem na juventude e podem ser retirados sempre que o resultado estético for vantajoso. O dermatologista é o profissional qualificado para avaliar se uma lesão realmente deve ou não ser removida. Porque quanto mais cedo for reconhecido, maiores serão as chances de cura através de procedimentos simples.
Um exame muito simples feito no consultório do dermatologista pode diagnosticar o melanoma com até 99% de certeza, mesmo em estágios iniciais, é a DERMATOSCOPIA DIGITAL. Ele se baseia nos critérios do ABCD, dá uma nota ou score às pintas e dependendo da nota a pinta será considerada benigna, potencialmente maligna ou maligna, sendo então encaminhada para retirada ou acompanhamento clínico.
Dermatoscopia
Dermatoscopia é uma ferramenta diagnóstica cada vez mais usada pelos dermatologistas. Trata-se de um sistema óptico capaz de ampliar as estruturas presentes na pele de 10 até 20 vezes, permitindo a visualização de elementos não visíveis a olho nu. Com o surgimento dos aparelhos portáteis, a técnica está cada vez mais difundida.
Entretanto, a experiência diz que quando uma pessoa “cisma” com uma pinta, vale a pena retirá-la.
Geralmente as pintas começam a aparecer na infância, tendem a aumentar em número até a meia idade, quando podem diminuir. Predisposição genética e exposição ao sol são os fatores que fazem com que algumas pessoas tenham mais pintas do que outras.
O número de pintas varia muito, pode ser única, mas maioria dos adultos brancos possui entre 10 a 40 pintas na pele, mas existem pessoas que tem até mais de 100 pintas!
Cirurgia para retirada das lesões:
Indicação: As lesões que forem suspeitas, isto é, aquelas que têm potencial de virar um câncer de pele, devem ser removidas através de uma pequena cirurgia. Chamamos de exérese excisional, onde retiramos toda a lesão. Caso ela seja grande demais e corra risco de ficar com uma cicatriz muito grande, primeiro se opta por fazer uma biopsia incisional, onde se retira somente parte da lesão aguardando o diagnostico para se programar o tratamento.
Anestesia:  Primeiramente é feita uma anestesia local
Ato cirúrgico: a incisão é feita com bisturi ao redor da lesão, onde deve-se deixar uma margem de segurança para que seja retirada por completa a lesão. O cirurgião dermatológico já pensando em um diagnostico, saberá qual é esta margem de segurança, uma vez que cada lesão em especial possui a sua. Ai esta lesão é dissecada e renovida. Cada local do nosso corpo deve respeitar uma direção na hora de se fazer a incisão para evitar cicatrizes muito aparentes, isso deverá ser de competência do cirurgião para realização.
Ato cirúrgico
Após a retirada é feita a hemostasia, ou seja, o sangramento deve ser contido. A sutura deverá ser feita da melhor e mais delicada maneira para que se evite cicatrizes de má aparência. Existem varias maneiras de se fazer a sutura e a escolha, dependerá do seu medico a escolha correta. O dermatologista envia então este material retirado para exame anatomo patológico onde o patologista, fará avaliação destas células.
Operatório
Pós operatório: por mínimo que seja o procedimento nunca devemos deixar de considerá-lo como um procedimento cirúrgico. O curativo normalmente permanece até o retorno do paciente.
Retirada de pontos: normalmente de 5 a 7 dias.
Importância do auto-exame
O autoexame é método para você examinar regiões do corpo de difícil visualização. É recomendado que se faça o autoexame a cada 3 meses.
Com a ajuda de um espelho de mão e um outro de parede você pode examinar o corpo todo, ou pedir a ajuda de um amigo ou parente para auxiliá-lo.
De todo forma o auto-exame vai auxiliar a visualização de lesões, porém é fundamental que pelo menos uma vez ao ano suas pintas sejam avaliadas por um dermatologista.
A Prevenção pode significar a diferença entre a gravidade das lesões pois apesar das altas taxas de incidência do câncer de pele os altos índices de cura ocorrem principalmente devido ao diagnóstico precoce.
Reforçando novamente os sinais de alerta, para que fiquemos atentos.
Sinais de alerta
  • Todas as pintas que sofram modificações (crescimento ou mudança de cor) num curto período de tempo (semanas ou meses);
  • Aquelas que coçam, ardem ou doem;
  • Sinais escuros nas plantas dos pés, palmas das mãos, couro cabeludo, dentro da boca ou nas mucosas dos genitais;
  • “pintas” que sangram.
  • Coloração: se numa mesma pinta começam a surgir várias cores como preto, azul, cinza, esverdeado, vários tons de marrom;
  • Tamanho: se a pinta vem crescendo ou diminuindo;
  • Bordas: observar se as bordas estão ficando irregulares;
  • Assimetria: se antes a pinta era redondinha e agora está ficando assimétrica.
  • Lesões que não cicatrizam sejam na pele ou mucosas
  • Mancha ou pinta, mesmo que de nascença que modifique de cor, tamanho, espessura ou bordos, ou apresentem coceira, dor, sangramento
  • Qualquer verruga ou espinha de pele, que sejam persistentes, aumentem de volume, cocem, doam ou sangrem com facilidade.
  • Manchas escuras (pintas) que se tornem mais pretas, bordos irregulares, elevadas, que sangrem com facilidade.
Se você possui alguma pinta ou sinal de pele com algumas destas características, procure um dermatologista. Na dúvida sempre é muito importante a avaliação de um profissional médico para lhe auxiliar e lhe orientar como proceder.

Sinais de câncer de pele

 
O câncer de pele é uma doença potencialmente grave, mas quando é descoberto precocemente, têm grandes chances de cura. Os sinais que podem indicar o câncer de pele incluem:
  • A - Assimetria da lesão: Quando partimos a lesão ao meio, uma metade difere da outra metade;
  • B - Bordo irregular: O contorno das lesões cancerígenas são irregulares e não formam uma bola;
  • C - Cor: As lesões cancerígenas possuem várias cores, podendo ser pretas e marrons com áreas mais avermelhadas, por exemplo;
  • D - Diâmetro: As lesões cancerígenas geralmente possuem diâmetro maior que determinadas neoplasias benignas.
Ao notar qualquer uma destas alterações em sua pele, é aconselhável consultar um dermatologista para que este possa pedir os exames necessários para fazer o diagnóstico da doença ou indicar um oncologista.
 

Fotos do câncer de pele

 
 
 
 

Câncer de pele

 
 
O câncer de pele é uma doença grave mas que tem boas chances de cura quando é diagnosticado e tratado ainda na forma inicial.
Ele deve ser sempre classificado como sendo melanoma ou não melanoma, sendo que o melanoma é o mais agressivo e o basocelular, o menos agressivo.
O câncer de pele pode ser detectado através de sintomas como feridas na pele que não cicatrizam em 4 semanas, ou manchas que mudam de forma ou de cor. Seu tratamento geralmente é feito através de radioterapia e de quimioterapia, mas, por vezes, a cirurgia e a crioterapia podem ser utilizadas.

Sintomas de câncer de pele

Os sintomas de câncer de pele geralmente estão relacionados a uma lesão, ferida ou mancha na pele, de difícil cicatrização, que pode apresentar pelo menos uma das seguintes características:
  • Aumento do tamanho da lesão, mancha ou ferida;
  • Contorno irregular das manchas, lesão ou ferida;
  • Mais de um cor na mesma lesão, mancha ou ferida, podendo ser preta e marrom com áreas avermelhadas, por exemplo.
Se o indivíduo observar alguns destes sinais em seu corpo, uma consulta médica com um dermatologista é recomendada para verificar a procedência da lesão.
Algumas áreas comuns do surgimento de um câncer de pele são: rosto, nariz, braços, mãos e couro cabeludo.

Fotos do câncer de pele

O diagnóstico do câncer de pele pode ser feito pelo médico dermatologista ao observar a lesão, mas a biópsia do tecido é fundamental para saber de que tipo de câncer de pele se trata.

Causas do câncer de pele

Algumas das possíveis causas do câncer de pele são:
  • Exposição solar sem protetor solar;
  • Casos de câncer na família;
  • Úlcera de Marjolin não tratada;
  • Infecção por HPV.
Indivíduos com uma doença de pele chamada Xerodermia pigmentosa são mais propensas em desenvolver o câncer de pele, assim como aquelas que tenham sofrido grandes queimaduras ou que tenham feridas ou cicatrizes extensas.

Tratamento para câncer de pele

O tratamento para o câncer de pele pode ser feito com:
  • Radioterapia;
  • Quimioterapia;
  • Cirurgia;
  • Crioterapia;
  • Eletrodissecção ou
  • Curetagem.
A escolha da terapêutica adequada vai depender da localização do câncer, estado de saúde do indivíduo, características do tumor e da idade do paciente.
O câncer de pele tem boas chances de cura quando ele é diagnosticado precocemente e é devidamente tratado, mas há chances de haver um novo quadro de câncer, se o indivíduo não seguir algumas orientações como por exemplo:
  • Usar protetor solar diariamente, inclusive nos dias nublados;
  • Usar chapéus e óculos de sol sempre que estiver exposto ao sol;
  • Evitar todos os outros fatores de risco para o câncer de pele, como parar de fumar e tratar muito bem as feridas na pele;
  • Indivíduos com cicatrizes cirúrgicas ou de feridas ou que tenham realizado uma tatuagem devem sempre cobrir muito bem a zona com protetor solar sempre que a área estiver exposta ao sol.

Tipos de câncer de pele

 
Existem 3 tipos de câncer de pele, são eles: carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e o melanoma maligno, veja as suas características:

Carcinoma basocelular

O carcinoma basocelular é o menos grave e o mais frequente. Ele é caracterizado por uma mancha rosa que surge na pele e cresce lentamente, sendo mais comum em pessoas de pele clara, depois dos 40 anos. Surge após a exposição ao sol sem protetor solar durante a vida.

Carcinoma espinocelular

O carcinoma espinocelular é o segundo tipo mais comum do câncer de pele,  pode atingir outras áreas do corpo. Ele tem a forma de um nódulo que cresce rápido e forma uma casquinha. É provocado pela exposição ao sol sem protetor solar, tabagismo, exposição a substâncias químicas como arsênio e alcatrão e baixa de imunidade.

Melanoma maligno

O melanoma maligno é o mais perigoso de todos, ele aparece como uma pintinha escura que vai se deformando. Pode ser fatal se não for tratado rapidamente, pois pode atingir outros órgãos como pulmão.
Os três tipos costumam surgir nas áreas mais expostas ao sol, mas podem se manifestar em outras áreas do corpo que não estão sempre expostas ao sol. Isso ocorre principalmente nos melanomas.

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