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ENVELHECER PODE E DEVE SER A CELEBRAÇÃO DA VIDA QUE SE VIVEU





Envelhecer Pode e Deve Ser a Celebração da Vida que se Viveu
Cada vez mais na Sociedade do Espetáculo, em que domina a visibilidade das imagens da juventude, tenta-se criar neologismos: Nova Velhice, Terceira Idade, Maior Idade, Melhor Idade.., seria uma forma de mascarar esta fase? Os nomes podem mudar, mas a velhice é um processo natural, é parte da construção da vida. Ela traz inevitavelmente limitações corporais e doenças, confronto com a própria realidade vivida, e inevitavelmente, ela trará a consciência da finitude e da morte… Sendo uma fase natural do processo evolutivo envelhecer deve ter um sentido, qual seria?
Esta fase da vida e do desenvolvimento humano suscita diferentes reações, entre elas podemos enumerar:
Negativa: a pessoa abdica da vida presente, não se abre a novas relações, vive no saudosismo, sempre diz “ no meu tempo”, e a depressão tende a se manifestar com mais frequência… Tempo é o que acaba com o velho.
Involutiva: nega-se a passagem do tempo, esconde a idade, há como que um “mascaramento” de juventude, uma busca por plásticas e rejuvenescimento… A passagem do tempo é negada.
Evolutiva: aceitação da vida como ela é, aceita – se as marcas do tempo, há um novo engajamento na realidade, segue aberta a novas relações, engaja-se num desapego elaborativo… Tempo é o que dá acabamento ao velho, época de burilar a personalidade. 
Cada vez mais nos empenhamos em gerar o aumento da reação evolutiva, para que possamos endossar as palavras de Jorge Luis Borges: “A velhice … só pode ser o tempo de nossa felicidade”. Felicidade por se ter consciência de tudo o que se viveu e realizou… Jung chama de Processo de Individuação a esta realização do próprio potencial – tornar-se o que se é, pois cada um de nós nasce com seu código genético que é original e único, não se repete… Isto não é um milagre? Que tenhamos a graça de expressar estas surpresas. Envelhecer pode e deve ser a celebração da vida que se viveu!
Assim, a vida prossegue em seu trabalho evolutivo, mesmo diante das precariedades existenciais do processo biológico, ela pode resplandecer nos meandros da alma no exercício alegre de dar sentido ao vivido. Nietzsche, nos falou do Amor Fati , amor ao destino, ao é assim que é – que as coisas são como são. Assim é a vida, nascemos, crescemos e envelhecemos… Afirma que fixaria a posição e o valor de um homem conforme a amplitude e a diversidade do que ele pode suportar e assumir. Quanto de verdade suportamos? Quão resilientes somos?
Caminhemos nesta direção. Tenhamos um 2015 pleno de sentido e realização neste nosso peregrinar em busca de nossa realização. Celebremos nosso envelhecer por tudo que vivemos. Carpe Diem (Aproveite o dia).
Fonte:http://www.cursodavida.com.br/cuide_se/qualidade-de-vida-e-bem-estar/terapias_disponiveis/envelhecer-pode-e-deve-ser-celebracao-da-vida-que-se-viveu.html

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